segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Debate com o candidato presidencial Defensor Moura

PRESIDENCIAIS 2011 - OS CANDIDATOS EM DISCURSO DIRECTO
 
Os mestrados em Jornalismo e Ciência Política, em conjunto com as licenciaturas em Ciências em Comunicação e Ciência Política e Relações Internacionais, vão organizar o ciclo “Presidenciais 2011 – os candidatos em discurso directo”.
 

A organização convidou os cinco candidatos presidenciais para uma entrevista em que responderão a perguntas colocadas por dois jornalistas convidados e pelo público.

O segundo candidato a responder ao nosso repto foi Defensor Moura, cuja entrevista está agendada para a próxima 4
ª feira, dia 5 de Janeiro, às 15horas, no Anfiteatro I (Cinubiteca).
Os jornalistas convidados para este debate são Luís Fonseca, coordenador de redacção do jornal
Gazeta do Interior e correspondente da Lusa, e Eduardo Alves, chefe de redacção do jornal universitário URBI.  Os debates serão moderados pelos Professores André Barata e/ou João Canavilhas.

13 comentários:

  1. Ciclo “Presidenciais 2011 – os candidatos em discurso directo” – Defensor Moura

    Depois de Manuel Alegre, Defensor Moura é o segundo candidato à Presidência da República a mostrar-se disponível para responder a algumas perguntas. Este encontro realizou-se no passado dia 5, na Universidade da Beira Interior, pelas 15horas no Anfiteatro da Parada.


    Os mestrados em Jornalismo e Ciência Política, em conjunto com as licenciaturas em Ciências em Comunicação e Ciência Política e Relações Internacionais, organizaram o ciclo “Presidenciais 2011 – os candidatos em discurso directo”. Hoje tiveram o prazer de receber o segundo candidato à Presidência da República que se mostrou disponível para responder a algumas perguntas, tanto da plateia como dos dois jornalistas convidados.
    Defensor Moura afirma que faz três grandes apostas: nos transportes ferroviários, na regionalização e no apoio ao Ensino Superior. Luta também contra a corrupção e o clientelismo, defende o mérito e a transparência na administração pública, o direito dos animais e o cumprimento da Constituição.
    Em relação à prestação do actual presidente da República, D. Moura acredita que Cavaco Silva está mais preocupado na sua reeleição do que propriamente nos interesses do nosso país, dizendo que viveríamos melhor se o actual Presidente pressiona-se para existirem acordos saudáveis.
    Quanto ao caso BPN acha que este problema jamais será resolvido na sua totalidade, afirmando: “ quando se parte um vaso, por mais que o colemos direitinho, terá sempre marcas”.
    Defensor Moura deixa-nos então a certeza de que a sua campanha se baseia em tudo aquilo que o candidato foi e que fez, não prometendo o que sabe que não pode cumprir.

    Marina Azevedo n.º26292; Lara Silva n.º 27252; Carla Lobo n.º 26207; Marta Costa n.º27733

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  2. Defensor Moura: o que foi e o que fez

    Este é o ponto de partida da campanha deste candidato às presidenciais de 2011, não querendo, por isso, fazer promessas que fiquem aquém do que o cargo permite.
    A sua campanha foca-se em três pilares, nomeadamente, a aposta nos transportes públicos, o apoio ao ensino superior e a regionalização, através de apoios às iniciativas económicas. Acerca deste último, refere que “é nas crises que se fazem as grandes transformações”, pelo que acredita que este seja o momento indicado para fazer esta aposta.
    Preconiza também o combate à corrupção e ao clientelismo, um presidente da república isento e que este deve “constituir um exemplo e ser absolutamente intolerante”, cujo deve cumprir e fazer cumprir a constituição. Acredita também nas mais valias de um mandato único, para que não aconteça como com o actual presidente, acabarem por se preocupar mais com a reeleição do que com os interesses do país, aludindo ao discurso de fim de ano, à dias proferido, como “uma encenação ridícula”.
    Pretende, por fim, uma consciencialização da sociedade, tendo esta como a principal função do cargo a que se candidata.


    Carolina Barata n.27552 | Cíntia Guerra n.26590 | João Pereira n.26879 | Luís Oliveira n.27469 | Sara Dinis n.27219

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  4. “No que sou e no que fui!”

    Foi assim que Defensor Moura se apresentou a si mesmo e ao lema da sua candidatura à presidência da Republica, ontem, dia 5 de Janeiro, no Anfiteatro I da Universidade da Beira Interior, Covilhã, no âmbito do ciclo “Presidenciais 2011 – os candidatos em discurso directo” organizado por dois cursos da Universidade.
    Defensor Moura foi directo ao assunto, anunciando logo as suas “três apostas”.
    A primeira aposta do candidato é nos transportes ferroviários, acreditando ter sido um erro o encerramento de tantas linhas e pretendendo incitar à restauração e melhoria das vias-férreas em funcionamento e reabertura de troços agora fechados. Segue-se a aposta da regionalização. Defensor Moura pede maior poder e autonomia para as regiões e, dirigindo-se directamente ao público covilhanense, afirma que a Covilhã, como outras zonas ditas periféricas, tem potencial para um grande desenvolvimento. O candidato aponta como última aposta o respeito pelos direitos dos animais, afirmando que respeitar os animais trata-se de um acto de respeito por nós mesmos.
    Acenando sempre com as bandeiras da regionalização e do combate à corrupção, Defensor Moura defende que a sua candidatura não é uma candidatura de quem faz promessas, mas sim uma candidatura que mostra o “que fui e o que fiz”, afirmando que o valor dos candidatos se vê não no que prometem e sim nas suas acções passadas. No mesmo sentido, acaba por se referir também ao candidato Cavaco Silva, actual Presidente da Republica: “Quando um vaso parte, mesmo que se cole bem coladinho, fica sempre o risco. E Cavaco tem o risco.”.
    Procurando fugir das polémicas que se levantam nesta fase de campanha eleitoral, Defensor Moura pretende mostrar-se como um candidato que não se conforma com a condição em que Portugal se encontra e, isento, vai de encontro àquilo que diz e defende publicamente.
    Assim, veio Defensor Moura à Covilhã de comboio e de comboio regressou a Lisboa.


    Carolina Branco Reis nº26358 | Ana Isabel Monteiro nº 26378 | Juliana Colôa Salvado nº26398 | Inês Adão nº26418

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  5. Defensor: Na demanda das Presidenciais…

    Defensor Moura, candidato à Presidência da República nas eleições presidenciais de 2011, marcou presença no passado dia 05 de Janeiro na Universidade da Beira Interior para mais uma das suas acções de campanha eleitoral que decorrerá até dia 21 de Janeiro.

    Na sua sessão de exposição, Defensor Moura começou por abordar os três sectores nacionais em actual estado de degradação e acabou por acusar o actual Presidente da República face à sua forte contribuição para a actual situação económico-social do país e à dúvida populacional quanto à sua reeleição. Com o desenrolar da conversa, Moura não poupou nas duras criticas ao actual PR afirmando mesmo que este “só tem pensado na sua reeleição do que propriamente, naquilo que se torna realmente importante para o país”, e ainda deu a conhecer ao público que a forma de avaliação de um candidato deve ser feita através das suas acções ao referir “os eleitores devem avaliar-nos não por aquilo que nós prometemos mas por aquilo que nós fizemos”. Defensor encerrou a conferência com uma mensagem de esperança na mudança de paradigma face à actual situação vivida, referindo “é durante a crise que se fazem as grandes transformações”.

    Marcelo Almeida nº26283; Raquel Santos nº27728; Ana Isabel Silva nº26903; Sérgio Neto nº27263

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  6. UBI recebe mais um candidato à Presidência da República

    Defensor Moura compareceu na Universidade da Beira Interior, na passada quarta-feira a convite da própria instituição para a realização de um debate acerca da sua candidatura à presidência no âmbito do Ciclo “Presidenciais 2011- Os candidatos em discurso directo”.

    Após a presença de Manuel Alegre, a Universidade da Beira Interior teve o prazer de receber mais um candidato à Presidência da República. Desta vez foi Defensor Moura que teve oportunidade de expor os seus objectivos e de dar a conhecer as bandeiras da sua candidatura.
    O candidato defendeu a Regionalização e a descentralização do poder central, apelando à valorização das potencialidades das regiões.
    Os transportes ferroviários foram também um dos pontos focados pelo candidato, ou não fosse a fomentação e o desenvolvimento deste sector um dos objectivos traçados por Defensor Moura caso seja eleito. Por último, foi salientada a importância do ensino superior, pois segundo o candidato, este é o motor da qualificação dos portugueses e é a partir dele que nos poderemos aproximar do nível de desenvolvimento da Europa.
    Defensor Moura respondeu a questões por parte de jornalistas assim como da plateia, onde abordou casos como a defesa dos direitos dos animais, o caso BPN, aproveitando também para comentar a acção do actual Presidente da República.
    O debate aconteceu num espírito intimista, que cativou a plateia e ficou marcado pela boa disposição do entrevistado.

    GRUPO 13:
    Marlyne Espinho , nº 27034
    Regina Henriques , nº 27124
    José Eduardo , nº 27344
    João Aguiar , nº 27224

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  7. Covilhã acolhe candidato que não se resigna

    Na passada quarta-feira, dia 5 de Janeiro de 2011, pelas 15h no Anfiteatro I (Cinubiteca) da Universidade da Beira Interior (UBI), teve lugar uma entrevista ao Candidato Independente à Presidência da República, Defensor Moura.
    O acontecimento, mediado pelo professor da UBI André Barata, contou com a presença do chefe de redacção do jornal universitário URBI, Eduardo Alves e com Paulo Brás, jornalista da Antena 1 que colocaram algumas perguntas ao candidato que luta contra a Resignação.
    A sua candidatura assenta em três apostas que considera fulcrais: o transporte ferroviário, o apoio ao ensino superior e a regionalização, considerada por Defensor Moura como a principal bandeira na sua campanha aliada à luta contra o clientelismo e a corrupção.
    O candidato a favor dos direitos dos animais que ironicamente contrapõe as batalhas direccionadas à salvaguarda dos golfinhos e as corridas de touros que se apresentam como cartão-de-visita do nosso país, respondeu às perguntas elaboradas por um público maioritariamente constituído por estudantes universitários e não deixou de frisar com um leve toque de revolta a sua opinião sobre o actual Presidente da República que afirma ter sido abstencionista e ter estado demasiado centrado na sua reeleição.
    A sessão terminou com um esclarecimento e uma consciencialização do público assistente para os ideais do candidato e as suas propostas que a comunidade deverá ter em conta para as Presidenciais a ter lugar no dia 23 de Janeiro de 2011.


    Grupo 14:
    António Almeida nº21019
    Raquel Machado nº27185
    Diana Portela nº27724
    (6/01/2011)

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  8. Defensor Moura em debate na UBI


    Depois de Manuel Alegre, Defensor Moura foi o segundo convidado a entrar em debate no ciclo “Presidenciais 2011 - os candidatos em discurso directo” que teve lugar no dia 5 de Janeiro pelas 15h00 no Anfiteatro I da UBI, Covilhã.

    Os mestrados de Ciências Politica e Jornalismo em conjunto com as licenciaturas em Ciências da Comunicação, Ciência Politica e Relações internacionais organizaram o ciclo “Presidenciais 2011 – os candidatos em discurso directo” que conta com a participação dos cinco candidatos à Presidência da Republica.
    Defensor Moura, o candidato contra a resignação expôs diante da plateia que as suas principais bandeiras passam pela aposta no transporte ferroviário; pela aposta na regionalização tendo em vista a descentralização do poder e a criação de novos pólos de desenvolvimento capazes de assegurar a vida económica, social e cultural dessa região, uma vez que o nosso país continua a “leste da regionalização face aos países da Europa”, e ainda a aposta no ensino superior, “motor de qualificação dos Portugueses” tendo em vista a aproximação aos níveis de desenvolvimento da Europa.
    De entre estes desafios, o candidato a Belém, focou ainda a importância da luta contra a corrupção e clientelismo, defendendo o mérito e a transparência na administração pública e ainda exigirá o cumprimento da Declaração Universal dos Direitos do Animais para por fim aos maus tratos e tortura dos mesmo. Refutou as calamidades cometidas nas touradas e afirmou que a defesa dos animais passa pela valorização do Homem.
    O candidato de Viana do Castelo respondeu às questões colocadas pelos jornalistas convocados e ainda se disponibilizou para responder às questões do auditório.
    Defensor Moura, o candidato Independente, disse que “não me resigno nem há direita nem há esquerda porque tenho ideias e vontades próprias” e afirmou ainda que “é na crise que se fazem as grandes transformações e o que é necessário é levar estas bandeiras pelos caminhos certos”.

    Ângela Oliveira, Nº 26634
    David Sousa Nº 27940
    Nuno Silva Nº 27094

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  9. UBI acollhe o 2º debate no âmbito das Presidenciais

    No dia 5 de Janeiro pelas 15 horas no anfiteatro I da Universidade da Beira Interior, decorreu o 2º debate com a participação do candidato Defensor Moura, no âmbito das Presidenciais 2011 – Os Candidatos em Discurso Directo.

    A regionalização, o combate à corrupção e a aposta nos transportes ferroviários foram as principais “bandeiras” decisivas para a candidatura. O candidato acredita que todas estas causas são relevantes para uma mudança de paradigma da sociedade.
    Dotado de uma vasta experiência autárquica, Defensor Moura pondera marcar o seu possível mandato.
    Avaliando de forma depreciativa o perfil do actual presidente, o candidato traça o modelo ideal de um presidente da república, devendo este constituir “exemplo e ser intolerante” ao fazer cumprir a constituição, um “símbolo da unidade nacional”.
    Defensor Moura não faz promessas e apela ainda à não resignação dos portugueses.


    Grupo 8:
    Ana Marcos/Nº: 26798;
    Fernando Cardoso/Nº: 26346;
    Gonçalo Calheiros/Nº: E7262;
    Jéssica Barreira/Nº: 27168;
    Mário Ribeiro/Nº: 26878;

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  10. “Nós não temos nenhum Jardim que nos defenda”

    Decorreu ontem, dia 5 de Janeiro de 2011, na Universidade da Beira Interior mais uma sessão do ciclo “Os candidatos em discurso directo”, desta vez com a presença de Defensor Moura, que não poupou criticas aos seus principais concorrentes à Presidência da República.
    Defensor Moura centrou-se na defesa de três apostas, a melhoria e reactivação das linhas férreas, a regionalização, afirmando que esta é a altura certa para se dar este passo “é na crise que se fazem as grandes transformações, realçando que esta permitiria o desenvolvimento económico do país e gerar um maior número de emprego, quando questionado se tal não geraria mais Jardins, afirmou que ao menos a Madeira têm um Jardim que os defenda ao contrário de nós, e o apoio ao ensino superior, Defensor Moura considera que é por esta via que vamos atingir os níveis de desenvolvimento da Europa.
    Sobre o P.R. afirmou que durante o mandato foi abstencionista, pensando mais na sua reeleição e em favorecer os amigos que no futuro do país, o caso BPN não foi esquecido, acusando-o de deslealdade.
    Sobre Manuel Alegre, afirmou que este foi “capturado pelo BE”, partido esse que procura substituir o PS, deixando assim de ser uma candidatura abrangente.
    Defensor Moura defende que P.R. deve ser eleito não pelo que promete, mas pelo que foi e fez, rematando a sua exposição com um “votem no que for melhor que eu, vão ter dificuldade”.

    Tânia Jesus, grupo II, nº26326

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  11. Defensor ao ataque não se resigna.

    Defensor Moura, um dos candidatos à Presidência da Republica, apresenta, no Projecto Candidatos em discurso directo, da Universidade da Beira Interior (UBI), a sua campanha eleitoral e as suas principais bandeiras.

    Decorreu, no dia 5 de Janeiro de 2011 no anfiteatro da Faculdade de Artes e Letras, um debate presidencial com o candidato Defensor Moura. Moderado pelo Dr. André Barata, professor da universidade. Para contrapor este candidato estavam presentes dois jornalistas, o director do jornal da UBI, Urbi et Orbi, Eduardo Alves, e o jornalista da Antena 1, Paulo Braz, que expuseram as suas perguntas que acenderam o debate. O candidato apresentou uma relação de cumplicidade e de proximidade com a plateia, brincando até com algumas questões políticas e da vida pública.
    O candidato destacou as suas principais apostas, como a regionalização, a reforma dos transportes para quebrar o centralismo que os últimos governos têm favorecido no nosso país. Defensor Moura, ainda, defendeu aguerridamente os direitos dos animais e não deixou de referir a sua aposta também no apoio ao ensino superior.

    Grupo I

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  12. Defensor Moura, auto-intitulado o transformador da postura da comunidade

    O candidato à presidência da república Defensor Moura esteve presente numa entrevista, no âmbito do evento “Presidenciais 2011 - Os Candidatos em discurso directo”, organizado pelos mestrados em Jornalismo e Ciência Política, em conjunto com as licenciaturas em Ciências em Comunicação e Ciência Política e Relações Internacionais no passado dia 5 de Janeiro pelas 15 horas no Auditório I da Universidade da Beira Interior.

    O Auditório I voltou a ser palco de uma entrevista a um candidato presidencial, mostrando que as presidências também se fazem no interior.
    Defensor Moura elucidou a plateia ao explicar os motivos pelos quais se candidatou à Presidência da República, segundo ele, o transporte ferroviário, a regionalização e o apoio ao ensino superior.
    O médico mostrou-se inconformado face às centenas de linhas de caminho de ferro desactivadas, considerando um grande erro que impulsiona a desertificação do interior.
    O ex Presidente da Câmara de Vila Real defendeu o regionalismo e um “Portugal Plural” como forma de combater o centralismo do poder da administração pública, o que leva a que se percam iniciativas que impedem o desenvolvimento sustentável do interior e o aproveitamento dos recursos endógenos, condicionando assim a criação de emprego.
    A sua preocupação com o ensino superior prende-se com uma modernização dos métodos de trabalho e de investigação, estimulando assim, a inovação e posteriormente a iniciativa empresarial como motor para melhorar a qualidade de vida.
    “Não vou demagogicamente prometer nada que não possa cumprir”, foi assim que o candidato terminou o seu discurso que passou, também, pelos sistemas de articulação dos transportes urbanos de Lisboa, favorecimento ilegítimo, corrupção e clientelismo, associativismo cultural e direitos dos animais.

    João Carlos Gaspar Gonçalves, nº26885
    Magda André Oliveira, nº 27337

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  13. Mais que "Defensor", candidato à presidência quer ser impulsionador da tolerância zero sobre o défice de civismo

    Foi na passada tarde de 5 de Janeiro de 2011 que Defensor de Moura se deslocou, e de forma exemplar por via ferroviária, até à cidade da Covilhã. No “palco” do Auditório I da Universidade da Beira Interior, o candidato “não oficial” do PS à Presidência da República, foi acompanhado pelo Professor André Barata, ao qual coube o cargo de intermediário do debate, e pelos jornalistas Paulo Brás (RTP/RDP) e Eduardo Alves, chefe de redacção do "Urbi et Orbi", o jornal oficial da instituição académica.
    Perante uma plateia maioritariamente estudantil, Defensor de Moura proferiu um discurso seguro e desinibido, “vestido” de uma atitude bem-humorada, surpreendendo e cativando as cerca de 60 pessoas presentes, que à partida pareciam depositar poucas expectativas no candidato. Em resposta a uma questão do público que apoiava indirectamente a célebre polémica tradição das touradas, Defensor arrancou o maior aplauso da tarde ao “bater na tecla” da mudança de mentalidade na sociedade, exclamando que «é um desrespeito para com nós próprios fazer isso a um animal!». O objectivo da mudança da mentalidade que se diz capaz de incentivar e influenciar com o cargo a que se candidata foi sem dúvida sobreposta aos projectos mais concretos que referiu, como a aposta no ensino superior e a valorização do interior, através, por exemplo, do investimento nas linhas ferroviárias. O ex-presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo diz que tem de haver menos tolerância com o «clientelismo», as «cunhas» e as «negociatas», e apontou o dedo à «incompetência» por parte de pessoas com cargos importantes na administração pública. Defendeu-se como um homem de princípio, justificando a sua candidatura com o «amor à causa» e não o “amor à reeleição” que diz mover o actual Presidente da República Aníbal Cavaco Silva.

    Grupo 11

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